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  • Title: Memória e Amor
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    • Há, entretanto, um processo essencial – ou grupo de processos – relacionado a essa convivência interior com os seres das hierarquias superiores. Se, no mundo espiritual, percebêssemos interiormente apenas o mundo das hierarquias superiores, nunca nos encontraríamos. De fato saberíamos que vários seres estariam vivendo em nós, mas nunca nos tornaríamos plenamente conscientes de nós mesmos. Portanto, em nossa experiência entre a morte e um novo nascimento, há um ritmo. Consiste na alternância entre a contemplação interior em que vivenciamos o mundo dos seres espirituais descritos na literatura antroposófica, e a atenuação dessa consciência. Fazemos o mesmo com o espiritual em nós, quando, na vida física, fechamos os olhos e ouvidos e vamos dormir. Nossa atenção, digamos, se afasta do mundo dos seres espirituais dentro de nós, e começamos a perceber a nós mesmos. Certamente, é como se estivéssemos fora de nós mesmos, mas sabemos que este ser fora de nós é o que somos. Assim, no mundo espiritual, percebemos alternadamente a nós mesmos e o mundo dos seres espirituais.
    • Assim, entre ir dormir e acordar, o homem experiencia de fato uma espécie de repetição ao contrário do que realizou no decorrer do dia. Não é que simplesmente entre ir dormir e acordar – o sono pode ser bastante curto, e então as coisas são condensadas –... não é que simplesmente entre ir dormir e acordar o homemtenha uma visão retrospectiva de suas experiências durante o dia – uma visão inconsciente, pois naturalmente deve ser inconsciente. Não; quando a alma, durante o sono, se torna realmente clarividente, ou quando a alma clarividente relembra na memória as experiências entre ir dormir e acordar, vê-se que o homemrealmente experiencia no sentido reverso o que havia vivenciado desde a última vez que despertou. Se ele dorme a noite toda da forma usual, ele retrocede no que fez durante o dia. O último evento ocorre imediatamente após seu adormecer, e assim por diante. Todo o seu sono funciona de uma forma maravilhosamente reguladora. Só lhes posso falar sobre o que pode ser investigado pela ciência espiritual. Quando vocês adormecem por quinze minutos, o início do sono sabe quando acabará, e nesse quarto de hora vocês experimentam, na ordem inversa, o que trouxeram desde a última vez que acordaram. A tudo é dado a proporção correta – por mais maravilhoso que isso possa parecer. E pode-se dizer que essa experiência retrospectiva reside entre a realidade e a aparência.
    • Durante nossa vida na Terra, entre o nascimento e a morte, nossas memórias são extraordinariamente fugazes; apenas imagens permanecem. Reflita sobre quão pouco essas imagens retêm dos eventos vivenciados. Basta se lembrar da indescritível tristeza sofrida diante da morte de alguém muito próximo, e imaginar intensamente o estado interior da alma a isso associado; e então observar como isso aparece como uma experiência interior quando, depois de dez anos, você a evoca. Tornou-se uma sombra pálida, quase abstrata. Assim é a nossa capacidade de recordação: pálida e abstrata, em comparação com o pleno vigor da vida imediata. Por que nossa lembrança é tão fraca e sombria? Ela é, de fato, a sombra de nossa experiência do eu entre a morte e um novo nascimento. Compreendida nessa experiência do eu está a faculdade de lembrar, de modo que ela realmente nos confere a nossa existência. Aquilo que nos dá carne e sangue aqui na Terra nos confere, entre a morte e um novo nascimento, a faculdade da memória. Lá a memória é robusta e vigorosa – se é que posso usar tais expressões para o que é espiritual – depois ela incorpora carne e enfraquece. Quando morremos, durante alguns dias – tenho frequentemente descrito isso –, o último resquício de memória ainda fica presente no corpo etérico. Se, ao atravessarmos o portão da morte, voltamos o olhar para nossa vida passada na Terra, a memória se esvai. E dessa memória desabrocha o que a força do amor na Terra nos deu como força para a vida após a morte. Assim, a força da memória é a herança que recebemos de nossa vida pré-terrena, e a força do amor é a semente para o além-morte. Eis a relação entre a vida terrena e o mundo espiritual.
    • Assim, meus queridos amigos, comparei a experiência do homem em conexão com seres superiores no mundo espiritual, que alterna com sua experiência do eu, com a respiração: inspiração e expiração. Em nosso processo respiratório e nos processos relacionados com a fala e o canto, podemos reconhecer uma imagem da “respiração” no mundo espiritual. Conforme eu já disse, nossa vida no mundo espiritual entre a morte e um novo nascimento alterna entre a contemplação do eu interior e o tornar-se um com os seres das hierarquias superiores; olhar de dentro para fora, tornar-nos um com nós mesmos. Isso ocorre tal como inspirar e expirar. Inspiramo-nos e depois nos expiramos; e isto é, obviamente, uma respiração espiritual. Aqui na Terra, esse processo de respiração se torna memória e amor. E, de fato, a memória e o amor também atuam juntos aqui na vida física terrena como uma espécie de respiração. E se com os olhos da alma vocês forem capazes de ver corretamente esta vida física, serão capazes de observar em uma importante manifestação da respiração – no falar e no cantar – a atuação fisiológica conjunta da memória e do amor.
    • Estudem a criança até a troca de dentes. Notarão como o poder da lembrança, da memória, gradualmente se desdobra. Inicialmente, é bastante elementar. A criança possui certa memória, mas ela se torna uma força independente apenas no momento de troca da dentição, estando completa em seu desenvolvimento quando a criança está madura para a escola. Só a partir daí que podemos começar a edificar a memória. Antes disso, ao enfatizarmos a memória, tornamos a criança rígida e criamos uma condição de alma esclerótica para sua vida posterior. Quando lidamos com crianças antes da troca de dentes, trata-se de receberem as impressões do presente da maneira correta. É entre a troca da dentição e a puberdade que podemos empreender a edificação da memória.
    • Mas, meus queridos amigos, o fato é que quando passamos do mundo espiritual para o físico, passamos pelo grande esquecimento. Quem, com consciência comum, vê aqui, na força fraca e sombria da memória, o eco do que éramos como “eu” no mundo espiritual? Quem ainda reconhece na fala, na parte vinda da memória, a pós-vibração do eu? Quem reconhece na formação plástica do discurso, no canto e na fala, um eco dos seres das hierarquias superiores? Ainda assim, não é verdade que quem aprende a ouvir o discurso sem levar em consideração o significado, quem dá ouvidos ao que os tons expressam por sua própria natureza, tem uma sensação – principalmente se tiver inclinação artística – de que mais é revelado na fala e no canto do que a consciência comum percebe? Por que então transformamos a fala comum que temos aqui na Terra como uma faculdade utilitária – por que a transformamos em canção, despojando-a de sua função utilitária e fazendo-a expressar nosso próprio ser em declamação, em música? Por que a transformamos? O que estamos fazendo em tal caso?
  • Title: Evil and Spiritual Science
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    • If one were to hear the Church Father Augustine speak about
  • Title: Popular Occultism: Lecture 3: The Different Conditions of Man's Life After Death
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    • restore fatigue, and for this reason it begins to grow conscious of
    • keep them in close proximity to the physical world. A similar fate —
  • Title: Popular Occultism: Lecture 8: The Evolution of Man and of the Solar System; the Atlantic Evolution
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    • forefathers, the peoples who lived on our continent descended from the
  • Title: Popular Occultism: Lecture 9: Lemurian Development
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    • another at all, but they may have a common father and be brothers!
  • Title: i Spirituality: Lecture 1: Historical Symptomology, the Year 790, Alcuin, Greeks, Platonism, Aristotelianism, East, West, Middle, Ego
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    • unfathomable regions of the human soul. Here again the 'I' does not appear.
    • subordinate to experience and the fathoming of reality, there is a difference here which
    • — the price of our redemption was paid by Christ to our divine Father, to whom, in
  • Title: New Spirituality: Lecture 5: The New Spirituality and the Christ Experiance of the Twentieth Century - 4
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    • Orient. I have described this from different aspects. In the Orient it was a matter of fathoming
    • fatal if what I refer to here as inner opposition were, particularly in the sphere of practical
  • Title: New Spirituality: Lecture 7: The New Spirituality and the Christ Experiance of the Twentieth Century - 6
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    • look instead to see whether it comes from the grandmother or grandfather, and soon.
    • When one no longer strives to fathom one's nature as a human being and to fashion the social
  • Title: Talk To Young People:
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    • fate decreed that I should step out of my door just at that moment,
  • Title: Tree of Life/Knowledge: Lecture II: Tree of Life - II
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    • comes in which we must unfathom if we would understand the necessary
  • Title: World Downfall and Resurrection
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    • things visible, but the Father God is substituted for the
    • Logos. The Logos is known as the Son, but the Father, not the
    • things visible is the Father God and not the Christ.
    • teaching founded upon the nature of the Father God. When we
    • stock, and that the soul and spirit of this father of the tribe
    • revering the soul and spirit of the father of the tribe, men
    • father of the tribe had been in the presence of the Godhead and
    • and through his progeny. The father of the tribe was worshipped
    • was their picture of the Father God. This picture of the Father
    • Father God in the days of antiquity. Men said to themselves:
    • as it were of the Father God, and we have an echo of this in the
    • lives the Father God — creating but not created —
    • Fathers of the first centuries of Christendom. Their
    • him, man gazed upon the region of the Father God. Behind Nature
    • peoples he saw the ruling of the Father God.
    • lost. The earliest Church Fathers spoke as follows, although
    • exponents. They said: The Father God has worked in the blood
    • itself into the bodies of men, but the Father God has been
    • Father God had never succeeded in working alone but had been
    • earliest Church Fathers were to the effect that in the
    • Maximum number of matches per file exceeded.
  • Title: Lecture: Philosophy and Anthroposophy
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    • PREFATORY NOTE
  • Title: Meditative Knowledge of Man: Lecture I: The Pedagogy of the West and of Central Europe: The Inner Attitude of the Teacher
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    • father of one of your pupils who likes you particularly may have sent you a
  • Title: Buddha and the Two Boys: Lecture I: Buddha and the Two Boys of Jesus
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    • Nazareth, indeed, eventually merging into a single family. The father of
  • Title: Raphael's Mission in the Light of the Science of the Spirit
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    • fated to die early. Whose death all Rome mourned. When the works of Raphael
    • inner and outer states of agitation, of satiation and fatigue.
    • to view it in its unfathomableness, is only able by means of
    • the Church fathers and philosophers, in every motion of the
    • beautiful young painter who surpassed all others; who was fated
  • Title: Leonardo's Spiritual Stature: Lecture
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    • the father then marries in a civil wedding and has the son
    • [1435-1488]. His father had brought him there, believing his
    • the creation of an equestrian statue of the duke's father. We
    • of the duke's father, Francesco Sforza. He studied every part
    • father and a mother who soon disappears from one's field of
    • far from his fatherland, living in asylum, at the behest of the
  • Title: Fairy Tales: in the light of Spiritual Investigation
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    • up from seemingly unfathomable sources of the folk-spirit or of
    • be surmised and fathomed in sensing what takes place in
    • in which something has happened in the deep, unfathomable
    • fata
    • into the unfathomable spiritual connections within which the
    • fairy tales and these unfathomable experiences of the
  • Title: The Worldview of Herman Grimm in Relation to Spiritual Science
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    • intervened in his upbringing. Both his father and his
    • consequences both for his father and his uncle, in that they
    • souls, to fathom human secrets and the soul's activity beyond
  • Title: Imperialism: Lecture 1
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    • who physically appeared on earth, who was even the father of heaven.
  • Title: Imperialism: Lecture 2
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    • a German so soundly that he translated this fat book into German. I
  • Title: Impulse for Renewal: Lecture III: Anthroposophy and Philosophy
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    • somewhat still maintained, how well the church fathers wanted
    • observation of the given elements, we don't fathom its complete
  • Title: Impulse for Renewal: Lecture IV: Anthroposophy and Pedagogy
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    • movements from the father and mother or others in the child's
  • Title: Impulse for Renewal: Lecture VI: Anthroposophy and Theology
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    • is the Father-godly imagination. Here anthroposophical research
    • may use this expression again — comes to a Father-godly
    • experience. Whoever examines this divine godly-Father
    • comes to this godly Father experience, this means that whoever
    • doesn't arrive at this godly-Father experience carries some or
    • Father-godly experience indicates some human illness. That is
    • Father-godly experience. When he then goes further in this way,
    • only comes to this Father-god experience, he becomes aware that
    • godly-Father experience, then he will realise he must go
    • further with this godly-Father experience. Here outer
    • sense Christianity reshapes the Father-god and doesn't discern
    • a difference between the Father-god and Christ.
    • Father experience.
    • only a Father-imagination. With this Father-imagination one
    • Father-god.
    • is destiny for humanity, is the fate of misfortune. Atheism is
    • an illness, not finding the Christ is the fate of misfortune
  • Title: First Class, Vol. I: Lesson 1
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    • as warning from the Spirit-Messenger before daring to fathom
    • Where in the Self the world is fathomed:
    • Where in the Self the world is fathomed:
    • existence must be fathomed from all that acts and works in the
    • real knowledge must be fathomed from what is revealed in the
    • what one needs for fathoming one's self, in which the world has
    • the human heart, so deep that we can only fathom ourselves:
    • Where in the Self the world is fathomed:
  • Title: First Class, Vol. II: Lesson 14
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    • Father-God once created the human soul, human life. I can
  • Title: First Class Lessons: Lesson XX (recapitulation)
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    • Where in the Self the world is fathomed:
    • Where in the Self the world is fathomed:
    • present and in the future through the Father-God, the Son-God
    • I esteem the Father
  • Title: First Class Lessons: Lesson XXI (recapitulation)
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    • I revere the Father 
  • Title: First Class Lessons: Lesson XXII (recapitulation)
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    • Father-principle, from the Christ-principle, from the principle
    • I revere the Father
  • Title: First Class Lessons: Lesson XXIII (recapitulation)
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    • I revere the Father
    • “I revere the Father”: in saying “Ex deo
  • Title: First Class Lessons: Lesson XXIV (recapitulation)
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    • first words, “I revere the Father”, are spoken
    • revere the Father
  • Title: First Class Lessons: Lesson XXV (recapitulation)
    Matching lines:
    • revere the Father
  • Title: First Class Lessons: Lesson XXVI (recapitulation)
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    • I esteem the Father
  • Title: The Social Question: Lecture IV: The Evolution of Social Thinking and Willing and Life's Circumstances for Current Humanity
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    • in those fatal days, politics, beside the actual warfare,
  • Title: Lecture: Richard Wagner and Mysticism
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    • of another. These mystic threads — unfathomable by the
    • of our ancient forefathers whose form was very unlike our own. As I
    • forefathers of ours were possessed of dull, instinctive clairvoyance.
    • their forefathers lived away yonder in the West and wandered towards
    • are to be interpreted thus: He who forsakes not father and mother
    • the less it is truth but truth that will be subjected to the same fate
  • Title: Lecture: Spiritual Wisdom in the Early Christian Centuries
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    • the father of the stock!
  • Title: Polarities in Evolution: Lecture 1: Evolution and Consciousness, Lucifer, Ahriman
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    • fathers, surely it is like this: You or I may have some
  • Title: Polarities in Evolution: Lecture 3: Political Empires
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    • — family origins, father, mother, grandfather,
  • Title: Polarities in Evolution: Lecture 7: Materialism, Mysticism, Anthroposophy, Liberalism, Conservatism
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    • Buechner and that fat man Vogt [
  • Title: Polarities in Evolution: Lecture 8: The Opposition of Knowledge and Faith, Its Overcoming
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    • today. Father Erich Wasmann's [
  • Title: Polarities in Evolution: Lecture 10: Transition from the Luciferic to the Ahrimanic Age and the Christ Event to Come
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    • sphere of human activity determined the fate of this [part of] human
    • the fate of that disastrous war was sealed by ahrimanic forces quite
  • Title: Life Between Two Incarnations
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    • cause of this fatigue? The fact that the astral body uses the physical
    • as fatigue. But all night long, during sleep, the astral body works on
    • the elimination of fatigue. This is where the refreshment of a good



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