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  • Title: Memůria e Amor
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    • Ocorre o mesmo com o pensamento. Em ess√™ncia, o pensamento certamente n√£o √© um processo cerebral, mas sem o suporte do c√©rebro ele n√£o poderia ter seu curso terrestre. √Ä luz dessa compara√ß√£o, obt√©m-se uma concep√ß√£o correta da espiritualidade, bem como das limita√ß√Ķes f√≠sicas do pensamento humano. Em suma, meus queridos amigos, aqui na vida terrena n√£o h√° nada no homem que n√£o dependa do corpo como sustento. Carregamos nossos √≥rg√£os dentro do corpo - pulm√£o, cora√ß√£o, c√©rebro e assim por diante. Com sa√ļde normal, n√£o temos percep√ß√£o consciente de nossos √≥rg√£os internos. N√≥s os percebemos apenas quando doentes, e ainda assim de maneira muito imperfeita. Nunca podemos afirmar que possu√≠mos conhecimento de um √≥rg√£o por lhe termos olhado diretamente, a menos que estejamos estudando anatomia ‚Äď mas a√≠ n√£o estamos estudando um √≥rg√£o vivo. Nunca podemos dizer que temos a mesma vis√£o de um √≥rg√£o interno que temos de um objeto externo. √Č caracter√≠stico da vida terrena n√£o conhecermos o interior de nosso corpo por meio da consci√™ncia comum. Ainda menos um homem conhece do que ele geralmente considera de maior valor para sua exist√™ncia corporal ‚Äď o interior de sua cabe√ßa. Pois quando ele come√ßa a saber alguma coisa a seu respeito, via de regra, o conhecimento se mostra deveras desagrad√°vel ‚Äď dor de cabe√ßa e tudo o que a acompanha.
    • Pois bem, por que descemos ao mundo f√≠sico do mundo espiritual? Voc√™s poder√£o deduzir, a partir do que eu disse aqui da √ļltima vez, que as for√ßas que nos mant√™m juntos com os seres espirituais superiores decaem. Aqui na vida f√≠sica, envelhecemos porque as for√ßas que nos mant√™m em conex√£o com a Terra f√≠sica diminuem; l√°, enfraquece o que nos mant√™m ligados aos seres espirituais. Diminuem principalmente as for√ßas que permitem que nos apreendamos em meio aos seres espirituais e que nos possibilitam sermos independentes. No mundo espiritual, por um per√≠odo consider√°vel antes de descermos √† Terra, perdemos a capacidade de conviver com os seres espirituais. Com o aux√≠lio dos seres espirituais, formamos a semente espiritual de nosso corpo f√≠sico, que enviamos primeiramente; da√≠ nos apropriamos de nosso corpo et√©rico e prosseguimos. Ilustrei-lhes isso em minha √ļltima palestra. Nossa capacidade de viver com seres espirituais no mundo espiritual desbota e percebemos como, por meio das for√ßas da lua, nos aproximamos cada vez mais da Terra. Sentimo-nos como um eu, mas cada vez menos capazes de compreender as regi√Ķes espirituais, ou de nos manter nelas; tal capacidade se torna cada vez mais d√©bil. Temos um sentimento crescente de que o desfalecimento prevalecer√° sobre n√≥s, no mundo espiritual. Isso cria uma necessidade de que aquilo que n√£o mais conseguimos carregar conosco ‚Äď o sentimento do eu ‚Äď seja sustentado por algo externo, a saber, nosso corpo: surge uma necessidade de sermos sustentados por um corpo. Eu poderia dizer que, gradualmente, temos que desaprender a voar e aprender a andar. Voc√™s sabem que estou falando figurativamente, mas a imagem est√° em absoluto acordo com a verdade, com a realidade. √Č assim que encontramos o caminho para nosso corpo. O sentimento de solid√£o encontra um ref√ļgio no corpo e se converte na faculdade da lembran√ßa, e temos que nos empenhar para alcan√ßar um novo sentimento de comunh√£o, na Terra. Isso se
    • Assim, entre ir dormir e acordar, o homem experiencia de fato uma esp√©cie de repeti√ß√£o ao contr√°rio do que realizou no decorrer do dia. N√£o √© que simplesmente entre ir dormir e acordar ‚Äď o sono pode ser bastante curto, e ent√£o as coisas s√£o condensadas ‚Äď... n√£o √© que simplesmente entre ir dormir e acordar o homemtenha uma vis√£o retrospectiva de suas experi√™ncias durante o dia ‚Äď uma vis√£o inconsciente, pois naturalmente deve ser inconsciente. N√£o; quando a alma, durante o sono, se torna realmente clarividente, ou quando a alma clarividente relembra na mem√≥ria as experi√™ncias entre ir dormir e acordar, v√™-se que o homemrealmente experiencia no sentido reverso o que havia vivenciado desde a √ļltima vez que despertou. Se ele dorme a noite toda da forma usual, ele retrocede no que fez durante o dia. O √ļltimo evento ocorre imediatamente ap√≥s seu adormecer, e assim por diante. Todo o seu sono funciona de uma forma maravilhosamente reguladora. S√≥ lhes posso falar sobre o que pode ser investigado pela ci√™ncia espiritual. Quando voc√™s adormecem por quinze minutos, o in√≠cio do sono sabe quando acabar√°, e nesse quarto de hora voc√™s experimentam, na ordem inversa, o que trouxeram desde a √ļltima vez que acordaram. A tudo √© dado a propor√ß√£o correta ‚Äď por mais maravilhoso que isso possa parecer. E pode-se dizer que essa experi√™ncia retrospectiva reside entre a realidade e a apar√™ncia.
    • Assim, meus queridos amigos, comparei a experi√™ncia do homem em conex√£o com seres superiores no mundo espiritual, que alterna com sua experi√™ncia do eu, com a respira√ß√£o: inspira√ß√£o e expira√ß√£o. Em nosso processo respirat√≥rio e nos processos relacionados com a fala e o canto, podemos reconhecer uma imagem da ‚Äúrespira√ß√£o‚ÄĚ no mundo espiritual. Conforme eu j√° disse, nossa vida no mundo espiritual entre a morte e um novo nascimento alterna entre a contempla√ß√£o do eu interior e o tornar-se um com os seres das hierarquias superiores; olhar de dentro para fora, tornar-nos um com n√≥s mesmos. Isso ocorre tal como inspirar e expirar. Inspiramo-nos e depois nos expiramos; e isto √©, obviamente, uma respira√ß√£o espiritual. Aqui na Terra, esse processo de respira√ß√£o se torna mem√≥ria e amor. E, de fato, a mem√≥ria e o amor tamb√©m atuam juntos aqui na vida f√≠sica terrena como uma esp√©cie de respira√ß√£o. E se com os olhos da alma voc√™s forem capazes de ver corretamente esta vida f√≠sica, ser√£o capazes de observar em uma importante manifesta√ß√£o da respira√ß√£o ‚Äď no falar e no cantar ‚Äď a atua√ß√£o fisiol√≥gica conjunta da mem√≥ria e do amor.
    • Obtemos a ideia acertada disso se dissermos: antes de descerem √† Terra voc√™s estavam no mundo espiritual e viviam l√°, conforme descrito. O grande esquecimento veio. No que sua boca profere, do que sua alma se lembra, em como sua alma ama, voc√™s n√£o reconhecem o eco do que eram no mundo espiritual. Na arte, entretanto, recuamos alguns passos da vida, por assim dizer, e nos aproximamos do que √©ramos em nossa vida pr√©-natal e do que seremos em nossa vida ap√≥s a morte. E se formos capazes de reconhecer como a mem√≥ria √© um eco do que t√≠nhamos na vida pr√©-terrena, e como o desdobramento do amor √© a semente do que teremos ap√≥s a morte; se por meio do conhecimento do esp√≠rito imaginarmos o passado e o futuro da exist√™ncia humana, na arte invocamos ao presente ‚Äď na medida do poss√≠vel para o homem em sua organiza√ß√£o f√≠sica ‚Äď invocamos o que nos une ao esp√≠rito.
    • e ser santimonial; mesmo a arte com atmosfera jovial pode alcan√ßar essa harmonia.
  • Title: Evil and Spiritual Science
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    • selfishness, if I may use a trivial expression.
  • Title: Popular Occultism: Lecture 1: Popular Occultism, Introtroduction
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    • first of all, they must deviate their attention completely away from
  • Title: Popular Occultism: Lecture 3: The Different Conditions of Man's Life After Death
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    • is therefore a necessary deviation. We should enjoy the beauty of the
  • Title: i Spirituality: Lecture 1: Historical Symptomology, the Year 790, Alcuin, Greeks, Platonism, Aristotelianism, East, West, Middle, Ego
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    • These have been obviated for the time being, but at Easter we shall be faced with them again. And
  • Title: New Spirituality: Lecture 3: The New Spirituality and the Christ Experiance of the Twentieth Century - 2
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    • North and into the East via Byzantium (see diagram). What was together, though chaotically, in
  • Title: New Spirituality: Lecture 4: The New Spirituality and the Christ Experiance of the Twentieth Century - 3
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    • have to come. This is where the spiritual life has to intervene; capital must be transferred via
  • Title: New Spirituality: Lecture 7: The New Spirituality and the Christ Experiance of the Twentieth Century - 6
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    • but is experienced by individual human beings whose karma enables them to grow beyond the trivial
    • sense, I wanted to say to you today concerning — to use a trivial word — the spirit
  • Title: Tree of Life/Knowledge: Lecture I: Tree of Life - I
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    • course, the Suevi in the region where today Silesia and Moravia lie,
  • Title: Tree of Life/Knowledge: Lecture IV: Harmonizing Thinking, Feeling and Willing
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    • a still older kind of deviation from the forward course of evolution
  • Title: Tree of Life/Knowledge: Lecture VI: Tree of Knowledge - II
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    • lecture was unfortunately only available in a much abbreviated
  • Title: Lecture: Philosophy and Anthroposophy
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    • feelings are often wrongly explained, and their alleviation sought in the
  • Title: Social Understanding: Lecture II: Social Understanding Through Spiritual Scientific Knowledge
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    • frightfully trivial and trite. It is bound to lead to nothing but
  • Title: Raphael's Mission in the Light of the Science of the Spirit
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    • trivial concepts, as far as possible in broader concepts and
  • Title: Fairy Tales: in the light of Spiritual Investigation
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    • comparison may be trivial, it is perhaps still apt:
  • Title: The Worldview of Herman Grimm in Relation to Spiritual Science
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    • nine-year old boy, and not merely via book-learning.
  • Title: Impulse for Renewal: Lecture I: Anthroposophy and Natural Science
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    • would like to compare it with a trivial comparison.
  • Title: Impulse for Renewal: Lecture V: Anthroposophy and Social Science
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    • course of modern time mixed up, chaotic; only viable if it
    • entered into but only completely trivial generalities are
  • Title: Impulse for Renewal: Lecture VI: Anthroposophy and Theology
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    • trivial but in a deeper sense — have come to human
  • Title: First Class, Vol. I: Lesson 4
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    • together. A trivial example may be used to demonstrate how
  • Title: First Class, Vol. II: Lesson 13
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    • brothers, that you should go out into the world of triviality
    • triviality – instead of Thrones say “Sitze”
  • Title: First Class, Vol. II: Lesson 14
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    • deviations from the normal state of mind which are always
    • He encounters there — pardon the trivial expression, my
  • Title: The Social Question: Lecture I: The True Form of the Social Question
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    • people deviating their gaze from any spiritual or soul
    • out of the spirit, strive out of reality towards viable
  • Title: The Social Question: Lecture III: Fanaticism Versus a Real Conception of Life in Social Thinking and Willing
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    • if I may use this trivial expression — makes the three
    • — that it is even possible in real life at all. Not via
  • Title: The Social Question: Lecture IV: The Evolution of Social Thinking and Willing and Life's Circumstances for Current Humanity
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    • forces. Just like a really viable organism can be of help to
    • develop the soul, so in a comparative way can a viable social
  • Title: The Social Question: Lecture V: The Social Will as the Basis Towards a New, Scientific Procedure
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    • thoughts, through their will, a viable social organism is
    • in future, when the social organism should be viable, also have
    • organism viable which is destined to determine the economic
    • the one and only way to make a healthy social organism viable
    • are still young, can now take up a true, viable social
    • intention, the more will the human social organism be viable
  • Title: The Social Question: Lecture VI: What Significance does Work have for the Modern Proletarian?
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    • uttered in trivial words: ‘Where they must stand equal before
  • Title: Polarities in Evolution: Lecture 3: Political Empires
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    • earth. This has become something trivial in the
  • Title: Polarities in Evolution: Lecture 8: The Opposition of Knowledge and Faith, Its Overcoming
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    • bottom of our hearts, the only viable aim for spiritual



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